Amigos, engraçado é observar o Metrô pela manhã. Vemos todas as raças, todos os credos, todos os estilos, sem distinção. Vemos também pessoas excessivamente mal educadas e extremamente delicadas. Vemos indivíduos que amam das mais variadas formas.
(...)
Passam estações e pareço um alguém "sem noção" observando (discretamente) essas personalidades. Os "casais" chamam mais a minha atenção, talvez porque minha vida amorosa esteja um pouquinho "parada". Daí, meu caro leitor, você pensa: "mas a Gabi é casada... porque ela está escrevendo isso??!??" Ando nos dias do "sozinha acompanhada", porque estou me sentindo extremamente sozinha. Falta aquele companheirismo que grandes amigos (e amantes) têm...
Voltando as estranhas observações, andei parando pra pensar na existência real desse sentimento denominado "amor". Será que isso ainda existe?? Ou seria mera ilusão??
Estou começando a achar que esses "casais" que se "amam" no Metrô são loucos...
(...)
Passaram-se mais algumas estações. E eu continuo pensando. O trem começou a ficar mais vazio, tranquilo. Vou pensando a respeito desse tal amor, sentimento ingrato, que nos faz por muitas vezes perder a razão. Amor, que nos faz sofrer, que magoa, que entristece... Seria esses os reais adjetivos do amor??
(...quase chegando ao destino...)
Me peguei reavaliando minha vida amorosa. Recordei bons tempos de namoro e percebi que o "friozinho na barriga" ou aquela saudade gostosa de sentir ficaram lá atrás, no passado.Pergunto: "o que há de errado?" ou "será que porque hoje sou mãe e dona de casa deixei de ser a namorada de antes?". A vida incomum deixou a paixão e o romantismo de lado, trazendo a enfadonha rotina.
(... já no trabalho...)
Pensando com meus botões ando procurando um jeito de exterminar a rotina. Será que consigo???
Beijos!
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